ESPLANAR

JOÃO PEDRO GEORGE
esplanar@hotmail.com

quarta-feira, janeiro 12, 2005

 

Lost in translation

«And there ain’t no nothin’ we can’t love each other through.»
Traduz-se por:
«E não há não nada através do qual não nos amemos um ao outro.»
Han? «Não nada» soa mal? Será «nenhum nada»? Pois, assim o resto já soa melhor.
«E não há cá nada que a malta não se ame através de.»
Sinto que estou a chegar lá. Mas, através de, de quê?
Avancemos um pouco, para ver como é que fica a frase no seu contexto.
«Sha-na-na-na.» Esta é fácil. Fica assim: «Sha-na-na-na.»
«O amor é um lugar estranho.»
Agora acertei.
Rui



<< Home


--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Arquivo

Julho 2004   Agosto 2004   Setembro 2004   Outubro 2004   Novembro 2004   Dezembro 2004   Janeiro 2005   Fevereiro 2005   Março 2005   Abril 2005   Maio 2005   Setembro 2005   Outubro 2005   Novembro 2005   Dezembro 2005   Janeiro 2006   Fevereiro 2006   Março 2006   Abril 2006   Maio 2006   Junho 2006   Julho 2006   Agosto 2006   Setembro 2006   Outubro 2006   Novembro 2006   Dezembro 2006   Janeiro 2007   Fevereiro 2007   Março 2007  

Outros Blogues

Abrupto
Alice Geirinhas
Álvaro Cunhal (Biografia)
AspirinaB
Babugem
Blasfémia (A)
Bombyx-Mori
Casmurro
Os Canhões de Navarone
Diogo Freitas da Costa
Da Literatura
Espectro (O)
Espuma dos Dias (A)
Estado Civil
Fuga para a Vitória
Garedelest
Homem-a-Dias
Estudos Sobre o Comunismo
Glória Fácil...
Memória Inventada (A)
Meu Inferno Privado
Morel, A Invenção de
Não Sei Brincar
Origem das Espécies
Portugal dos Pequeninos
Periférica
Prazeres Minúsculos
Quarta República
Rui Tavares
Saudades de Antero
Vidro Duplo











Powered by Blogger

This page is powered by Blogger. Isn't yours?