ESPLANAR

JOÃO PEDRO GEORGE
esplanar@hotmail.com

sábado, novembro 26, 2005

 

Manteigueiros: a natureza dos



Devido a compromissos académicos que me levaram ao Porto durante a semana e me obrigaram a algum trabalho de investigação, só hoje comprei o livro de Maria Filomena Mónica. Atingi agora a página 95. Vou lê-lo noite dentro e depois voltarei aqui. Reparei, entretanto, que o Natureza do Mal já elegeu a Senhora Doutora como mulher do ano e o livro como o melhor de 2005 (e o ano ainda nem acabou, é obra!). Sempre me fascinou ouvir os merceeiros (ou manteigueiros, é a mesma coisa) gritando esse género de pregão. Quanto ao conteúdo do livro, já volto.

sexta-feira, novembro 25, 2005

 

Não saber ler

Há pessoas que, embora sabendo escrever, não sabem ler . É que não sabem mesmo. O textinho sobre a Maria Filomena Mónica referia-se a uma entrevista e a uma atitude de fundo, a uma maneira de pensar que é típica de um certo tipo de provincianos, que basicamente dizem sempre a mesma coisa e, ainda por cima, em segundíssima mão. Prefiro ler o Eça, francamente. Um indivíduo que está sempre a dizer que lá fora é que é bom é um provinciano. Ponto. Outra coisa, que julgava estar subentendida (pelo vistos não, a avaliar pelo Luís do Natureza do Mal, que não percebeu ou não quis perceber, é lá com ele), é a atitude de quem fala sobre si próprio naqueles termos. Que o Eduardo Pitta tenha achado o livro notável pela indiscrição com que Maria Filomena Mónica fala dos seus amigos, pessoas ainda vivas e actuantes, é uma coisa. Agora a própria autora chamar a si os atributos, os méritos, ó faz favor. Duas vezes provinciana. E depois aquela coisa, que já nem é provinciana, apenas saloiice, de dizer, quase em tom de ameaça, que emigrava se o livro incomodasse muita gente. É que não há mesmo paciência para esta gente. Nem para esta nem para quem não sabe ler.

quarta-feira, novembro 23, 2005

 

George Sand




«Não podemos arrancar uma única página das nossas vidas, mas podemos atirar o livro todo ao lume»

terça-feira, novembro 22, 2005

 

Os Três Mosqueteiros

Mário Soares, Manuel Alegre e José Sócrates. Um deles está a mentir. Tão claro como isto. Resta saber é quem.

segunda-feira, novembro 21, 2005

 

Amuada

Nada ajuda mais a concentrar a mente que a companhia duma rapariga amuada (Miguel Esteves Cardoso)

sexta-feira, novembro 18, 2005

 

Maria Filomena Mónica

Lida a brevíssima entrevista que Maria Filomena Mónica concedeu à Visão, por causa de Bilhete de Identidade, livro de memórias. A obsessão de aparecer, de se pôr em bicos de pés, de se colocar no centro de Portugal e das nossas atenções, a mania de que tudo o que escreve é muito importante e importantíssimo para Portugal. Repare-se na jactância implícita em “havia mitos que tinha criado sobre mim própria”. Note-se o emproamento em “a rebeldia é a minha característica original”. A soberba de “os portugueses não estão habituados a que alguém fale dos assuntos familiares com honestidade” ou “em Portugal ninguém fala disto”. Não fosse Maria Filomena Mónica e Portugal seria ainda mais pequeno e atávico. Provinciano e velho. Ainda aluna do Colégio das Doroteias, descobriu a pobreza: «(...) foi o facto de, já antes, as freiras me terem levado a ver pobres [repare-se na ausência do artigo definido]. Cada um de nós tinha que proteger uma família pobre e eu achava injusto que, na minha família pobre [repare-se na utilização do possessivo], vivesse um miúdo que não podia ir à escola no Inverno porque não tinha sapatos.» A partir daqui, a partir do momento em que Filomena Mónica passou um fim-de-semana “a ver pobres”, ai de quem se atrever a dizer que a Senhora Doutora não conhece a pobreza em Portugal, que não conhece a desigualdade social, que não sabe o que é não ter sapatos para abonançar o frio dos pés. Maria Filomena Mónica era o Vasco Pulido Valente sem a verve literária, apenas a retórica fácil do Portugal país pequeno, atrasado, mesquinho e quá quá quá. Agora, continuando a sua descida em direcção às profundezas da banalidade e das ideias fáceis, Maria Filomena Mónica transformou-se no José Saramago que nunca mais volta a Portugal se Cavaco Silva ganhar as eleições. Afirma a Socióloga: “Escrevi o livro como se não vivesse aqui e, se ele se revelar uma bomba, emigro”. É fantástico! Uma bomba? Um livro, o seu livro, as suas memórias serão assim tão despudoradas, tão bombásticas? O que estará lá? Vou a correr comprar. Mas antes pergunto: O que será de Portugal e de nós se Maria Filomena Mónica emigrar? Maria Filomena Mónica é tão decisiva para Portugal, os livros que escreve, tudo o que escreve, é tão fundamental para o nosso futuro e para as nossas vidas que não me atrevo sequer a imaginar. Arre! que já não há pachorra para os provincianos estrangeirados.

quarta-feira, novembro 16, 2005

 

Françoise Giroud



«Uma pessoa podia ficar a ouvi-lo a noite inteira. Era um falhado, e eu tinha uma ternura especial pelos falhados. Encontro-os com muita frequência. Homens, mulheres que têm "qualquer coisa" e que não conseguem concretizá-la, e no entanto ela está lá, muito próxima.»

sábado, novembro 12, 2005

 

Você também pode ser escritor?

Reproduzo aqui um teste publicado no início dos anos de 1980 pelo Jornal de Letras, Artes e Ideias. Objectivo: saber se você pode vir a ser um escritor. Responda às 30 perguntas. Caso nenhuma das respostas o satisfizer, escolha aquela que menos desagradável lhe for. Aqui não há respostas certas ou erradas, apenas respostas. As soluções vêm a seguir.

1 – Você tem mais frio

a) nas mãos
b) nos pés
c) no nariz
d) nas orelhas
e) nos rins
f) no crânio

2 – No cinema, João de Freitas Branco ficaria bem no papel de

a) Drácula
b) Sherlock Holmes
c) D’Artagnan
d) Astérix
e) Dom Camilo
g) Billy the Kid

3 – Você acha que a ambição

a) é o que move os medíocres
b) as grandes ambições não se manifestam
c) o coração ambicioso não tem ouvidos
d) é um prato que se deve comer quente
e) homem ambicioso vale por dois
f) nasce-se ambicioso, morre-se arrivista

4 – Com os seus últimos quinhentos escudos

a) vai ao cinema
b) compra uma garrafa de bom vinho de marca
c) dá-os a alguém
d) compra um livro
e) vai jantar fora
f) apanha um táxi

5 – Escolha um marido para Lídia Jorge

a) Filipovic
b) António Lobo Antunes
c) Coimbra Martins
d) Luiz Pacheco
e) Vergílio Ferreira
f) Marco Paulo

6 – Escolha uma mulher para José Afonso

a) Agustina Bessa-Luís
b) Lia Gama
c) Mireille Mathieu
d) Maria Elisa
e) Rosa Mota
f) Margaret Thatcher

7 – É preciso lutar contra os estrangeirismos na língua portuguesa, mas apesar disso nunca se poderá dizer

a) bola ao pé em vez de futebol
b) ocidental em vez de western
c) apelo do sexo em vez de sex-appeal
d) tacha em vez de punaise
e) restaurador em vez de restaurante
f) apara-seios em vez de soutien

8 – Você acaba de escrever um romance. A sua frase final é

a) Olhei de soslaio para a minha mãe, estava nas nuvens
b) Uma semana mais tarde, já nem o seu nome me lembrava
c) Então, começou a chover
d) Porque, enfim, o sangue é uma coisa a que nos habituamos
e) E aprendi que é possível amar sem desejo
f) Pela primeira vez desde a infância pus-me a rezar

9 – Se tivesse que se bater em duelo

a) à espada
b) com arco e flecha
c) com pistola
d) com um sabre
e) a murro
f) com chicote

10 – Uma estação de caminhos-de-ferro é o lugar ideal para

a) um parto
b) um «coup de foudre»
c) uma zaragata
d) uma evasão
e) uma violação
f) uma crise de nervos

11 – Os prémios literários são

a) uma empresa comercial
b) um mal necessário
c) um estímulo à criação
d) uma fraude intelectual
e) um maná para a imprensa
f) todos ilisíveis

12 – Aceitaria escrever a biografia de

a) Santa Teresa de Ávila
b) José do Telhado
c) Amália
d) Joaquim Agostinho
e) Cleópatra
f) Azeredo Perdigão

13 – Você lamenta que Bocage não tenha escrito

a) Memória de Elefante
b) O Dia dos Prodígios
c) O Canto e as Armas
d) Caralhamas
e) Balada da Praia dos Cães
f) Os Lusíadas

14 – Para si a aventura é

a) Ser estivador em Gdansk
b) Passar a noite no metro de Nova Iorque
c) Ser detective privado em S. Francisco
d) Atravessar o Ganges a nado
e) Alfabetizar leprosos na Somália
f) Ser testemunha de Jeová em Teerão

15 – Você gostaria de ser

a) inteligente e linfático
b) corajoso e limitado
c) culto e cobarde
d) perseverante e desajeitado
e) sedutor e superficial
f) dotado e preguiçoso

16 – A sua réplica favorita

a) O gato? Já está a fazer tijolo!
b) Madame Bovary, c’est moi!
c) Tens uns olhos do caraças, sabes?
d) Deixa-me em paz, nem sequer te odeio
e) E eu ralado!
f) Come e cala-te!

17 – Você detesta

a) crianças
b) a chuva
c) os intelectuais
d) os cães
e) os domingos
f) o campo

18 – Ele (ou ela) mereceriam ter um lugar na Academia das Ciências, classe de Letras

a) José Augusto Seabra
b) Rui de Carvalho
c) Ary dos Santos
d) Amélia Rey Colaço
e) José Afonso
f) Manoel de Oliveira

19 – Roubaram-lhe o manuscrito exemplar único da sua obra

a) Você suicida-se
b) Começa de novo a escrevê-lo
c) Dá Graças a Deus
d) Embebeda-se
e) Apresenta queixa na polícia
f) Muda de profissão

20 – A mais bela declaração de amor

a) És a minha vida
b) Faz-me um filho
c) Amo-te
d) Queres casar comigo
e) Vamos envelhecer juntos
f) Preciso de ti

21 – Um polícia é

a) triste
b) obsceno
c) solitário
d) cobarde
e) necessário
f) absurdo

22 – Escolha um casal

a) Fanny Owen/António Champalimaud
b) Carlos da Maia/Cândida Branca Flor
c) Conde de Monte Cristo/Françoise Sagan
d) Madame Bovary/Bjorn Borg
e) Inês de Castro/Freitas do Amaral
f) Conde de Andeiro/Eunice Muñoz

23 – Você gostava de lhe atirar à cara

a) um ovo podre
b) um dicionário
c) os seus fatos velhos
d) vitríolo
e) um tinteiro com tinta
f) uma luva

24 – Você dá uma festa

a) na tasca da esquina
b) na Torre de Belém
c) no Jardim Zoológico
d) numa prisão
e) em Monsanto
f) na sua cama

25 – Nome para uma nova editora

a) Escritores reunidos
b) O cesto de papéis
c) Página em branco
d) A voz do capítulo
e) Tinta fresca
f) Dedicatória

26 – Você gostaria de ter inventado

a) o carrinho de mão
b) as batatas fritas
c) o saca-rolhas
d) o soutien-gorge
e) a bóia de salvação
f) o Kleenex

27 – Você gostaria de ser o autor de

a) Traz outro amigo também
b) Le temps des cerises
c) La mer
d) Amsterdam
e) Eu tenho dois amores
f) Rosa Enjeitada

28 – Para se vingar de alguém que lhe fez mal

a) manda-lhe para casa revistas pornográficas
b) faz correr o boato de que ele ganhou o Totobola (sozinho)
c) inscreve-o numa agência de casamentos
d) seduz a mulher (ou o marido)
e) escreve o seu número de telefone nas casas de banho públicas
f) manda cartas anónimas aos vizinhos

29 – O seu guião vai ser realizado em cinema por

a) Jean-Luc Godard
b) Claude Lelouch
c) Fonseca e Costa
d) Manoel de Oliveira
e) Fernando Lopes
f) François Truffaut

30 – A música para o filme

a) canto gregoriano
b) flauta dos Andes
c) uma cantata de Bach
d) uma ária pela Callas
e) um improviso de Miles Davis
f) ruídos quotidianos

I – Como proceder

A cada uma das trinta perguntas corresponde um quadro de cotações. A cada uma das suas respostas corresponde um certo número de símbolos (+ ou –) e de letras (A, B, C, D e E), ou, às vezes, nem uma coisa nem outra.
Conte o número total de símbolos + e subtraia a esse total o total de símbolos – .
Encontre os totais de cada letra para as trinta respostas.

II – Pode ser escritor?

É a diferença entre o total de + e de – que lhe dá a medida das suas potencialidades. Se o número de + é inferior ao de – nem vale a pena tentar... Se o número de + for superior, subtraia os – dos + e leia o quadro seguinte:

De 0 a 5 + Ligeiramente dotado
De 6 a 10 + Medianamente dotado
De 11 a 15 + Dotado
De 16 a 20 + Muito dotado
Mais de 20 + Você é genial!

III – Género Literário

É o total de cada uma das cinco letras (A, B, C, D e E) que determina a sua dominante literária. Os A referem-se à Imaginação; os B ao Sentido Poético; os C ao Sentido de Humor; os D ao Sentido da História; os E ao Espírito Filosófico.
Para conhecer o seu perfil literário, leia as definições seguintes que se referem à dominância das duas letras mais votadas. No caso de os seus totais darem mais que duas letras em igualdade de pontuação, deverá ler todas as definições que correspondem às dominantes encontradas.

Lírico (A e B dominantes): Romancista típico, mas mais interessado pelo estilo que pela psicologia. Possibilidade de magníficas tiradas líricas. Na pior das hipóteses: Jean-Edern Hallier; na melhor: Victor Hugo. Mas também: Aragon, Céline, Paul Claudel, Chateaubriand, Colette.

Satírico (A e C dominantes): Excelente sentido do ridículo e das situações cómicas. Espírito e humor. Rabelais, naturalmente; mas também: Beckett, Flaubert, Molière, Queneau, Michel Tournier.

Prolixo (A e D dominantes): Você é o escritor dos grandes calhamaços históricos ou psicológicos. Por vezes, o temperamento ultrapassa a subtileza. Balzac; mas também: Hemingway, Georges Simenon, Tolstoi, Júlio Verne.

Atormentado (A e E dominantes): Você pertence à raça dos editorialistas e dos panfletários. Tem uma certa propensão para querer conceber o mundo de novo. Montaigne, claro; mas também: Diderot, Dostoiewsky, Jean Genet, André Gluesmann, Marguerite Duras.

Fantasista (B e C dominantes): Ligeireza e ironia. Mais contista ou poeta que romancista. Lewis Carrol; mas também: Apollinaire, Cocteau, Oscar Wilde, Ionesco, Alfred Jarry.

Inventivo (B e D dominantes): A História chama por si. Uma História facilmente sonhada, inventada. Alexandre Dumas e Hergé; mas também: Patricia Highsmith, Artaud, Arrabal, Pirandello, Malraux, Boris Vian.

Reflectido (B e E dominantes): Facilmente obcecado pelo porquê e o como das coisas. Muitas vezes esteta, algumas vezes snob. De Bernard-Henry Lévy a Voltaire; mas também: Breton, Faulkner, Freud, Gide, Proust, Rimbaud, Yourcenar.

Sonhador (C e D dominantes): A meio caminho entre o sonho e a realidade, uma feliz mistura de cinismo e ternura. De Dali à Bíblia; mas também: Baudelaire, Kerouac, Musset, Shakespeare, Sollers, Stendhal.

Humanista (C e E dominantes): Uma só paixão: o homem, a mulher, as suas grandezas e misérias. A utopia parece sempre presente. De Sartre a Confúcio; mas também: García Marquez, Cervantes, Rousseau, H. G. Welles, Montesquieu.

Intenso (D e E dominantes): O fundo e, quase sempre, mais profundo que a forma. Convencido e angustiado. Grandes ambições. De Camus a Marx; mas também: Barthes, Goethe, Zola, Soljenitsine.

1 – Frio
a) C
b) BD
c)
d) + E
e) A
f) –

2 – Freitas Branco
a) –
b) D
c)
d) ++ AC
e) EB
f)

3 – Ambição
a)
b) + D
c) E
d) + A
e) – C
f) B

4 – 500$00
a)
b) E
c) +
d) – B
e) D
f) ++ AC

5 – Lídia Jorge
a) C
b) D
c)
d) –
e) ++ AB
f) E

6 – Zeca Afonso
a) BE
b) D
c) –
d) ++
e)
f) CA

7 – Língua
a) D
b) + E
c) B
d) C
e) + A
f) –

8 – Romance
a) +
b) C
c) + BD
d) E
e) –
f) A

9 – Duelo
a) B
b)
c) ++ AE
d) C
e) – D
f)

10 – Gare
a) – E
b) BD
c)
d) C
e) ++
f) + A

11 – Prémios
a) + C
b) A
c)
d) ++ D
e) BE
f) –

12 – Biografia
a) + B
b)
c) A
d) ++ C
e) E
f) – D

13 – Bocage
a) B
b) E
c)
d) – C
e) +
f) ++ AD

14 – Aventura
a) + AB
b) E
c) D
d) ++
e)
f) – C

15 – Qualidades
a) B
b) +
c) –
d) AC
e) +
f) DE

16 – Réplica
a)
b) ++ AB
c) – D
d) E
e) C
f) +

17 – Detesta
a) ++ B
b) A
c) D
d) CE
e) –
f) +

18 – Academia
a) ++ A
b)
c) C
d) E
e) – D
f) + B

19 – Manuscrito
a) ++ B
b) A
c)
d) CE
e) D
f) –

20 – Declaração
a)
b) + E
c) AD
d)
e) – B
f) C

21 – Polícia
a) AD
b) –
c) + BE
d)
e) + C
f)

22 – Casal
a) + C
b) ++ A
c) –
d)
e) B
f) DE

23 – Atirar à Cara
a)
b) – C
c) ++ B
d)
e) + AD
f) E

24 – Festa
a) E
b)
c) C
d) –
e) AB
f) ++ D

25 – Editora
a) ++ A
b) – E
c) + D
d)
e) B
f) C

26 – Invento
a) E
b) C
c) + D
d) A
e) –
f) B

27 – Canção
a)
b) ++ CD
c) A
d) B
e) –
f) + E

28 – Vingança
a) +
b) D
c) AE
d) B
e) C
f) –

29 – Guião
a) + E
b) –
c)
d) A
e) C
f) ++ BD

30 – Música
a) C
b)
c) –
d) ++ B
e) AD
f) + E


O meu resultado: 4 +, ou seja, ligeiramente dotado; Satírico (A e C dominantes).

sexta-feira, novembro 11, 2005

 
Deus é a parte fresca do travesseiro (Cocteau)

quinta-feira, novembro 10, 2005

 
Sou um homem que pensa noutra coisa (Victor Hugo)

quarta-feira, novembro 09, 2005

 
Todos os livros do mundo não valem uma noite de amor (Cendrars)

terça-feira, novembro 08, 2005

 
"Jesus disse a Madalena: Muito te será perdoado, porque tu muito amaste."

segunda-feira, novembro 07, 2005

 
O último amor de uma mulher é o mais belo (George Sand)



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